Parcerias

Índice

• Fundação SOS Mata Atlântica
• FREPESP- Federação das Reservas Ecológicas Particulares do Estado de São Paulo
• Biométrica Avaliações Biológicas e Manejo Ambiental
• Aliança para a Conservação da Mata Atlântica (Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica)
• Conservação Internacional-Brasil
• Clickarvore
• Depósito Serafim (Doutores da Construção)

Histórico das parcerias

Fundação SOS Mata Atlântica
A Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização não governamental criada em 1986 e que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência, estimular ações para o desenvolvimento sustentável, bem como promover a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, visando o exercício da cidadania socioambiental.

Com relação a Reserva Ibirapitanga, desde 2002, quando os associados assumiram a administração da APRI, a SOS Mata Atlântica, na pessoa de Mário Mantovani, se mostrou solidária na conscientização dos associados sobre a importância do modelo inovador de Ibirapitanga.

Em 2004, a Fundação convidou a APRI a participar da Adventure Fair, no Pavilhão da Bienal, em área dedicada a divulgação de ONGs, Unidades de Conservação e empresas relacionadas à proteção do meio ambiente, o que efetivamente proporcionou à APRI a aproximação de entidades preservacionistas e do movimento RPPNista, do qual hoje faz parte.

No ano seguinte, em 2005, a SOS Mata Atlântica estimulou a participação da APRI no 4º Edital do Programa de Incentivo à RPPNs da Mata Atlântica. O programa faz parte da Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, parceria entre a Fundação e a Conservação Internacional (CI-Brasil), e serve de estímulo a projetos de criação de RPPN e ao desenvolvimento de Plano de Manejo, como era o caso da Reserva na época.

Mais tarde, com o Plano de Manejo finalizado, a SOS Mata Atlântica apoiou o primeiro plantio de restauração florestal de Ibirapitanga, com fornecimento de 20 mil mudas do projeto Clickarvore.

FREPESP
A Federação das Reservas Ecológicas Particulares do Estado de São Paulo é a entidade que representa as RPPN e outras formas de conservação em terras privadas localizadas no Estado de São Paulo. A associação foi criada oficialmente em 2001 por uma iniciativa dos proprietários de RPPN e outras entidades ligadas ao Meio Ambiente.

A RPPN Rio dos Pilões, administrada pela APRI, foi convidada a ingressar na FREPESP em 2004. No mesmo ano foi convidada a participar do II Congresso Brasileiro de RPPN, em Curitiba, como representante da FREPESP. Nesse Congresso, a diretoria da APRI teve contato com especialistas em questões de manejo ambiental. Entre eles, o professor Álvaro Fernando de Almeida, que mais tarde foi contratado por intermédio da empresa Biométrica Avaliações Ambientais para elaborar o Plano de Manejo Ambiental da RPPN Rio dos Pilões.

Biométrica Avaliações Biológicas e Manejo Ambiental
(Professor Álvaro Fernando de Almeida – Diretor Técnico)

A Biométrica Avaliações Biológicas e Manejo Ambiental, dirigida pelo professor Álvaro Fernando de Almeida, foi a primeira empresa a assessorar Ibirapitanga na área de manejo ambiental. Ela ajudou a APRI a entender e gerenciar os compromissos ambientais da Reserva, tanto relativos ao EIA-RIMA quanto ao licenciamento do empreendimento e, ainda, quanto às exigências das autoridades ambientais.

Foi a Biométrica também que formulou o Plano de Manejo Ambiental da RPPN Rio dos Pilões, apresentado ao IBAMA em 2005. Seu papel na evolução da APRI, através do professor Álvaro de Almeida, é muito significativo. Foi ele quem introduziu os diretores e colaboradores da Associação no universo da preservação ambiental no período em que frequentou a Reserva, nos anos de 2004 e 2005. Conduzindo sua equipe de colaboradores diretos e sempre cercado de estudantes e pesquisadores da ESALQ-USP, o professor Alvaro indicou a Reserva como área de pesquisa para dissertações de mestrado e textos científicos sobre Ibirapitanga.

Aliança para a Conservação da Mata Atlântica
Para uma união de esforços que acelerasse as ações a favor da Mata Atlântica, nasceu a Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, quando em 1999 a Fundação SOS Mata Atlântica e a Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) firmaram essa parceria como forma de potencializar suas atuações a favor do Bioma.

Desenhar um programa que fomentasse a atitude de proprietários de terra para criarem reservas particulares nesse domínio foi um passo decisivo para ampliar a extensão do território protegido. Com essa finalidade, o Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) da Mata Atlântica foi lançado em 2003 e funciona por meio de editais de chamadas de projetos em processo competitivo e apóia diretamente proprietários e ONGs com recursos para a criação e gestão de RPPN.

Em 2005, a APRI inscreveu o anteprojeto do Plano de Manejo de sua RPPN no 4º Edital do Programa. A RPPN Rio dos Pilões foi escolhida como um dos projetos vencedores. O prêmio, no valor de R$ 25 mil, custeou parte das despesas de elaboração de um plano de manejo tão complexo como é o da Reserva. A premiação também contribui para a divulgação do modelo inovador de Ibirapitanga junto às entidades ambientais e a pesquisadores em todo o Brasil.

Conservação Internacional (CI-Brasil)
A Conservação Internacional (CI) é uma organização privada, sem fins lucrativos, de caráter técnico-científico dedicada à conservação e uso sustentado da biodiversidade. A CI desenvolve estratégias multidisciplinares, com embasamentos científicos, para que promovam a conservação de biodiversidade e o desenvolvimento de alternativas econômicas sustentáveis, compatíveis com a proteção dos ecossistemas naturais. Desde 1990 o Programa do Brasil se transformou em uma entidade nacional autônoma, com a denominação de CI-Brasil. Em todos os seus projetos, a CI-Brasil busca atingir três resultados concretos: evitar a extinção de espécies; criar e apoiar a implementação de unidades de conservação; e integrar os vários usos dos recursos naturais em Corredores de Biodiversidade.

Em Ibirapitanga, a CI-Brasil, na pessoa de Ivana Lamas, foi a entidade responsável pelo acompanhamento da aplicação dos recursos do prêmio concedido a APRI pelo Programa de Incentivo à RPPNs da Mata Atlântica, da Aliança para a Conservação da Mata Atlântica.

A Ivana esteve várias vezes em Ibirapitanga, inclusive quando da apresentação da versão final do Plano de Manejo para ingresso no IBAMA em 2005 e, desde então, mantém relacionamento por meio da indicação de novas fontes de recursos, do convite para participação em diversos eventos, da remessa de publicações, entre outras ações.

Clickarvore
É o maior programa brasileiro de restauração florestal com espécies nativas da Mata Atlântica pela internet, fruto de uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril com o apoio de empresas patrocinadoras e colaboradores.

O Clickarvore apoiou a APRI no primeiro plantio do Programa de Manejo da Vegetação em Ibirapitanga. A APRI precisava de mudas para o primeiro arranque e o Clickarvore fez a doação de 20 mil unidades, além apresentar Ibirapitanga a outros viveiros que também acabaram fornecendo à APRI.

Hoje, com o Viveiro de Mudas de Ibirapitanga em plena produção, a APRI estuda o fornecimento de mudas para o Clickarvore.

Depósito Serafim (Doutores da Construção)
Uma iniciativa para capacitar, de maneira gratuita, a mão de obra na construção civil foi firmada pela APRI com a Serafim, tradicional loja de materiais para construção localizada em Santa Isabel.

Contratados, cooperados e comunidades do entorno de Ibirapitanga são beneficiados pela proposta de administração de cursos técnicos do projeto Doutores da Construção que tem aulas transmitidas por rede interativa para a loja da Serafim, no período das 18 às 21 horas, de segunda a sexta-feira. A APRI, por sua vez, disponibiliza transporte para os profissionais de Ibirapitanga e do entorno interessados no curso. Os treinamentos abrangem temas em alvenaria, instalação de pisos e azulejos, pintura, em elétrica e hidráulica, orçamento e gestão de obras.

O curso completo tem duração de um ano e os aprovados recebem certificado de conclusão e passam a integrar um cadastro de profissionais disponível aos associados da Reserva.

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